Monthly Archives dezembro 2015

FELIZ NATAL…

By Aldemir   /     dez 23, 2015  /     Artigos  /     1 Comment

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Imagem do Natal

Mais um ano que se finda no calendário humano, onde no décimo segundo mês tem o Natal, data máxima na filosofia Cristã. Mas como recebemos esta data tão importante se somarmos os doze meses e nos analisamos que pouco ou nada fizemos por nós pelo nosso próximo, pelo nosso aprimoramento moral, vamos notar que Natal é todo dia em que deixamos o amor, a alegria, a paz, a fraternidade fazer parte do nosso cotidiano.

Jesus quer que nos lembremos dele com boas ações, com fé em seus ensinamentos e termos pensamentos de elevação moral colocados em prática, não sendo somente teóricos da grande mensagem de Amor e Paz… Lembremos-nos do grande ensinamento de que somos herdeiros das nossas próprias ações. A nossa imagem do verdadeiro Natal só depende de nós para conosco e perseverança em nossos objetivos edificantes em todos os dias do ano, muita Paz a todos… FELIZ NATAL!!!

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A Lei de Igualdade

By Aldemir   /     dez 11, 2015  /     Minhas palestras  /     0 Comment

igualdade

      “Mas para igualdade; neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja igualdade;” (II Coríntios 8: 14)

      Declara o Mestre Jesus haver pedido ao Supremo Senhor para que em Pedro não se enfraqueça o dom da fé para levar em frente seus ensinamentos.

      Salientou, assim, o Cristo, a necessidade essencial da criatura humana, no que se refere à confiança em Deus, num círculo de lutas onde todos os benefícios visíveis estão sujeitos à transformação e à morte.

      Testemunhava que, de todas as realizações sublimes do homem atual, a fé viva e ativa é das mais difíceis de serem consolidadas. A ingratidão de um amigo, um gesto impensado, a incompreensão de alguém, uma insignificante dificuldade, podem prejudicar lhe o desenvolvimento.

Igualdade natural

      (questão 803 do LE): “Perante Deus, são iguais todos os homens?”

      “Sim, todos tendem para o mesmo fim e Deus fez suas leis para todos.” E o Codificador comenta, concluindo que “(…) Deus a nenhum homem concedeu superioridade natural, nem pelo nascimento, nem pela morte: todos, aos seus olhos, são iguais”.

      Deus não tolera distinções de linhagem familiar, não conhece honrarias extemporâneas e nem favorece com privilégios qualquer de suas criaturas, mas proporciona a todos idênticas e incessantes oportunidades. (mais…)

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As bem aventuranças

By Aldemir   /     dez 09, 2015  /     Minhas palestras  /     0 Comment

Sermão

Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;

Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;

Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;

(Mateus, Cap. V, ver. 3 a 6)…

           O objetivo deste estudo é relembrar as regras básicas do comportamento humano, trazidas por Jesus, no sentido de melhor auxiliar a elaboração de nosso pensamento e as consequentes ações que daí dimana.

          Bem-Aventurança – Termo técnico para indicar uma forma literária que se encontra quer no Antigo quer no Novo Testamento. A Bem-Aventurança é uma declaração de bênção com base em uma virtude ou na boa sorte.

          A fórmula se inicia com “bem-aventurado aquele…” Com Jesus toma a forma de um paradoxo: a bem-aventurança não é proclamada em virtude de uma boa sorte, mas exatamente em virtude de uma má sorte: pobreza, fome, dor, perseguição.

          Sermão do Monte – Também chamado Sermão da Montanha ou Sermão das Bem-Aventuranças, foi pronunciado por Jesus, em Cafarnaum, dirigindo-se a todas as pessoas que o seguiam. Nele Jesus faz uma síntese das leis morais que regem a humanidade. (mais…)

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O Semeador

By Aldemir   /     dez 08, 2015  /     Minhas palestras  /     0 Comment

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          Naquele mesmo dia, tendo saído de casa, Jesus sentou-se à borda do mar; – em torno dele logo se reuniu grande multidão de gente; pelo que entrou numa barca, onde se sentou, permanecendo na margem todo o povo. – Disse então muitas coisas por parábolas, falando-lhes assim: Aquele que semeia saiu a semear; – e, semeando, uma parte da semente caiu ao longo do caminho e os pássaros do céu vieram e a comeram. – Outra parte caiu em lugares pedregosos onde não havia muita terra; as sementes logo brotaram, porque carecia de profundidade a terra onde haviam caído. Mas, levantando-se, o sol as queimou e, como não tinham raízes, secou. Outra parte caiu entre espinheiros e estes, crescendo, as abafaram. Outra, finalmente, caiu em terra boa e produziu frutos, dando algumas sementes cem por um, outras, sessenta e outras trinta. – Ouça quem tem ouvidos de ouvir.  (MATEUS, cap. XIII, vv. 1 a 9).

          Parábola: É narração alegórica na qual o conjunto dos elementos evoca, por comparação, outras realidades de ordem superior. A alegoria, por sua vez, é um discurso que faz entender outro. Deus, quando nos criou, criou-nos simples e ignorantes, ou seja, potencialmente perfeitos. Os Espíritos superiores, no início de nossa caminhada espiritual, guiaram os nossos passos como um pai segura as mãos de seu filho.

          Com o passar do tempo, eles nos deixaram entregues ao nosso livre-arbítrio, com a responsabilidade pelas ações realizadas. Assim sendo, em cada encarnação nós vamos atualizando a potência de perfeição que existe em cada um de nós. A frase “Sede perfeitos como vosso Pai celestial é perfeito” mostra uma ordenação dada por Jesus a todos os habitantes do Planeta Terra, independente da seita ou da religião que professe. (mais…)

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O Espiritismo e a verdade

By Aldemir   /     dez 07, 2015  /     Minhas palestras  /     0 Comment

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          Disse Jesus: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” (João, 8:32).
Um dos maiores desafios que Allan Kardec enfrentou na codificação da Doutrina Espírita foi o de separar, no trato com a manifestação dos Espíritos, o que era efetivamente verdadeiro, do que era apenas opinião pessoal dos Espíritos comunicantes.
Estudando o fenômeno mediúnico com acurado afinco, reconheceu que estava diante de um fato. E como todo fato tem suas leis, caberia ao pesquisador sincero aprofundar a sua análise visando o seu correto conhecimento, a fim de utilizá-lo de forma adequada.
Com este pensamento, empenhou o resto da sua existência nesse trabalho, descortinando para os homens o mundo dos Espíritos. Sabedor de que o mundo espiritual é habitado por Espíritos de diferentes níveis de conhecimento e moralidade, tal como ocorre entre os homens, utilizou o método do controle universal dos ensinos dos Espíritos – descrito na Introdução de O Evangelho segundo o Espiritismo –, para encontrar a verdade revelada pelos Espíritos Superiores.
Esse método consiste em só aceitar como verdade o que é manifestado por diversos Espíritos, através de vários médiuns, em distintos lugares, e submeter, ainda, essa manifestação ao crivo da razão, verificando se o ensino transmitido não conflita com os demais princípios que vão sendo gradativamente consagrados.
Jamais aceitou como verdadeira uma afirmação pelo simples fato de ter sido atribuída a um Espírito de renome, pois compreendeu, desde o início, que qualquer comunicante pode adotar o nome que lhe aprouver, passando por um Espírito elevado, e abusando da boa-fé dos homens.

Verdade significa:
Qualidade do que é verdadeiro; qualidade pela qual as coisas se apresentam tais como são; realidade; boa-fé; sinceridade; princípio exato; representação fiel; caráter próprio; conformidade do que se diz com o que é.

          Narra o Evangelho de João, em seu capítulo 18, versículos 37 e 38, que Pôncio Pilatos, o governador romano da Judeia, no julgamento de Jesus, interrogou-o: “Perguntou: tu és rei?”.
Ao que o Mestre respondeu: “Tu dizes que eu sou rei”. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade.
“Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz”.
Perguntou então Pilatos: “Que é a verdade?”
Não obteve resposta. O silêncio de Jesus representa um ensinamento admirável para a posteridade.
De que adiantaria falar o Mestre de algo que não estava ao alcance da compreensão do governador romano, que representava naquele momento, a ignorância de todos os que ainda não despertaram para o entendimento do plano superior. (mais…)

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Injúrias e Violências

By Aldemir   /     dez 05, 2015  /     Minhas palestras  /     0 Comment

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          Bem-aventurados os que são brandos, porque possuirão a Terra. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. (Mateus, Cap. V:4 e 9).
Injúria – significa ação que ofende a outrem; insulto; agravo, vitupério, afronta.
Violência – o que se exerce com uma força impetuosa. Diz-se do sentimento ou da afeição, quando supera a vontade, opressão, tirania, constrangimento.
Mas Jesus nos ensina que a brandura, a moderação, a mansuetude, a afabilidade e a paciência, fazem uma lei. Condena, por conseguinte, a violência, a cólera e até toda expressão descortês de que alguém possa usar para com seus semelhantes. …
Mas, o que queria Jesus dizer por estas palavras: “Bem-aventurados os que são brandos, porque possuirão a Terra”, tendo recomendado aos homens que renunciassem aos bens deste mundo e havendo-lhes prometido os do céu?
Enquanto aguarda os bens do céu, tem o homem necessidade dos da Terra para viver. Apenas, o que ele lhe recomenda é que não ligue a estes últimos mais importâncias do que aos primeiros.
Quis também dizer que até agora os bens da Terra são açambarcados pelos violentos, em prejuízo dos que são brandos e pacíficos; que a estes falta muitas vezes o necessário, ao passo que outros têm o supérfluo.
Promete que justiça lhes será feita, assim na Terra como no céu, porque serão chamados filhos de Deus. Quando a Humanidade se submeter à lei de amor e de caridade, deixará de haver egoísmo; o fraco e o pacífico já não serão explorados, nem esmagados pelo forte e pelo violento.
Contudo, o mestre Jesus dizia: “Bem-aventurados aqueles que são brandos, porque eles possuirão a Terra”; “Bem-aventurados os pacíficos, porque eles serão chamados filhos de Deus”. (mais…)

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A palavra certa

By Aldemir   /     dez 03, 2015  /     Minhas palestras  /     1 Comment

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          Os fariseus, tendo-se retirado, entenderam-se entre si para enredá-lo com as suas próprias palavras. – Mandaram então seus discípulos, em companhia dos herodianos, dizer-lhe: Mestre, sabemos que és voraz e que ensinas o caminho de Deus pela verdade, sem levares em conta a quem quer que seja, porque, nos homens, não consideras as pessoas. Dizei-nos, pois, qual a tua opinião sobre isto: É-nos permitido pagar ou deixar de pagar a César o tributo? (MATEUS, cap. XXII vv. 15 a 17).
A questão proposta a Jesus era motivada pela circunstância de que os judeus, repeliam o tributo que os romanos lhes impunham, haviam feito do pagamento desse tributo uma questão religiosa.
Numeroso partido se fundara contra o imposto. O pagamento deste constituía, pois, entre eles, uma irritante questão de atualidade, sem o que nenhum senso teria a pergunta feita a Jesus: “É-nos lícito pagar ou deixar de pagar a César o tributo?”.
Havia nessa pergunta uma armadilha. Contavam os que a formularam poder, conforme a resposta, excitar contra ele a autoridade romana, ou os judeus dissidentes.
Mas “Jesus, que lhes conhecia a malícia”, contornou a dificuldade, dando-lhes uma lição de justiça, com o dizer que a cada um seja dado o que lhe é devido.
Esta sentença: “Dai a César o que é de César”, não deve, entretanto, ser entendida de modo restritivo e absoluto. …
Como em todos os ensinos de Jesus, há nela um princípio geral, resumido sob forma prática e usual e deduzido de uma circunstância particular. (mais…)

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Doenças da Alma

By Aldemir   /     dez 02, 2015  /     Minhas palestras  /     0 Comment

alma

Pedi e se vos dará; buscai e achareis; batei à porta e se vos abrirá; porquanto, quem pede recebe e quem procura acha e, àquele que bata à porta, abrir-se-á. (Mateus Cap 7: 7 e 8).

As dores da alma: Crueldade, orgulho, irresponsabilidade, crítica, ilusão, medo, preocupação, vícios, solidão, culpa, mágoa, egoísmo, baixa estima, rigidez, ansiedade, perda, insegurança, repressão, depressão, dependência e inveja.
Estas são algumas das dores da alma que poderão se tornar doenças se assim nós alimentarmos com pensamentos, palavras e ações em nosso dia a dia.
A prevenção das doenças da alma faz-se, essencialmente, pelo reconhecimento e vivência do Amor como o bem supremo do universo, o recurso que é proporcionado a todas as criaturas para que possam desfrutar a vida plena, tanto no plano da vida fisica, como na vida espiritual.
Como diz André Luiz no livro No Mundo Maior: “Há milhões de seres encarnados e desencarnados, de mente fixa na região menos elevada dos impulsos inferiores, absorvidos pelas paixões instintivas, pelos remanescentes do pretérito envelhecido, presos aos reflexos condicionados das emoções perturbadoras a que, inertes, se entregaram”.
Esse quadro desolador reflete a situação epidemiológica dos distúrbios da alma, tanto entre os seres encarnados, como desencarnados, revelando a necessidade de serem feitos movimentos para a iluminação da humanidade, movimentos que terão a dupla finalidade de diminuir o sofrimento dos seres humanos e de não acarretar a sobrecarga de almas penadas que continuamente retornam à pátria espiritual. (mais…)

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O Homem e a Religião

By Aldemir   /     dez 01, 2015  /     Minhas palestras  /     0 Comment

 

Filosofia

Se me amais, guardai os meus mandamentos. (João Cap. XIV, VV 15)

Antes, faremos uma rápida reflexão sobre como e quando se iniciou o sentimento religioso na Humanidade, até chegarmos à Codificação da Doutrina dos Espíritos, por Allan Kardec, no século XIX.

Supõem os historiadores, sem condições de confirmá-lo, que a crença no poder celestial teria surgido por volta do ano 8.000 a.C. A cada fenômeno da Natureza criava-se um deus; igualmente, a cada atividade humana; depois, até mesmo os animais passaram a ser endeusados, sempre em linguagem simbólica.

Com o tempo, acoplando a data e a hora do nascimento à posição das estrelas, estabeleceu-se o horóscopo, dividindo-se a trajetória aparente do Sol em doze partes, cada uma com 30°. No horóscopo, o interesse pelo futuro era (como ainda é) estritamente individual. (mais…)

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